TODOS CONTRA UM
Marina Matheus
Trilha sonora: Ivan Gomes
Identidade visual: Marcus Braga
[mar/2016] Performance em parceria no Festival Performa do Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo.
[out/2014] Jam/Intervenção e Performance Solo no Centro Cultural São Paulo - CCSP
Duração: Intervenção 2°
Performances 50´
Investigação iniciada por Marina Matheus em 2014 no intento de tensionar territórios, apontar convergências e divergências entre a cultura do hip hop e referências e experiências pessoais em dança e performance.
Inspirado na observação dos treinos de break do Centro Cultural São Paulo e numa figura em particular - um morador de rua que se apropriava desse espaço instaurado - o projeto vem se desdobrando em formatos diversos, propondo contrastes e associações entre o movimento da intérprete, a fisicalidade dos bboys e os espaços convencionados de treino, apresentação e fruição da dança.
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Todos contra um no Centro Cultural São Paulo [out/2014]
fotos: Maíra Mifano Sasso
PERFORMANCE SOLO [2014]
Produto da pesquisa realizada para o edital Novas Criações: Site Specific do CCSP. Diálogo-performance que propõe contrapontos ao caos organizado do espaço de treino de danças urbanas, naturalmente instituído. Uma espécie de desalojamento desse movimento, ação que reafirma sua presença e as características que o fazem tão singular no contexto do Centro Cultural São Paulo.
JAM/INTERVENÇÃO[2014]
Ação interventiva nos espaços de trânsito do Centro Cultural São Paulo, realizada em parceria com bboys convidados e frequentadores do local. Para essa ação, Marina contou com a colaboração de Beethoven Costa Crewest Crew
video de Rodrigo Machado e Caetano Tola Biasi
PERFORMANCE EM PARCERIA [2016]
Transposição do trabalho para apresentação no Festival Performa no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo / SP), que contou com algumas parcerias: Bboy Aranha, Erick Akira, Isis Vergílio e Natasha Vergílio (performance) e Bruno Levorin (trilha ao vivo).
Na intenção de problematizar a presença dessa performance em um espaço voltado para apresentações de danças cênicas em formatos convencionais, e a fim de não cair em apropriações equivocadas, artistas da cena do hip hop foram convidados a se relacionar com as partituras do solo Todos contra um, gerando uma nova performance, com características particulares e discursos próprios.



