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JORGE GARCIA COMPANHIA DE DANÇA

Intérprete, criadora e colaboradora artística da Jorge Garcia Companhia de Dança de 2013 a 2019, em São Paulo.

Atuou nos projetos mais recentes da Cia Caixa Preta (2019)Plano Sequênca / Take 2 (2017), Take a deep breath (2016), Copyleft (2015), Imprimatur (2015) e Imprimi Potest (2014), além de dançar nas remontagens do repertório da Cia Histórias da ½ noite, I Suite para violoncelo solo de J. S. Bach e O mesmo lugar de sempre.

Investiga proposições na intersecção entre dança e cinema, dentro do campo de pesquisa em coreocinegrafia, termo cunhado pela Jorge Garcia Companhia de Dança para designar o gênero artístico em construção que se aponta nas mais recentes produções da Cia.

COREOCINEGRAFIA

É um gênero artístico performático fundamentado na intermidialidade das linguagens da dança, da performance e do cinema. Coreocinegrafia é um pensamento coreográfico que acontece na concomitância entre o que é filmado, o ato de produzir o filme e a transmissão e visualização do produto audiovisual (captação em tempo real) para espectadores presentes.

coreocinegrafia.tumblr.com

ciajgarcia.com.br

PLANO SEQUÊNCIA / TAKE 2 [2017]
 

Criação: Jorge Garcia Companhia de Dança

Direção: Jorge Garcia

Trilha sonora: Eder O Rocha

[out/2017] Temporada no Centro Cultural Casa das Caldeiras, em São Paulo.

[nov/2017] Temporada na Oficina Cultural Oswald de Andrade, em são Paulo.

Projeto contemplado pelo XXI Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo

Plano Sequência/Take 2 faz parte do Programa “OBRAS EM CONSTRUÇÃO” de residência artística da Casa das Caldeiras

 

Duração: 1° 

Plano Sequência / Take 2” se dá pela vivência no espaço, pela utilização das técnicas que permeiam a dança e o cinema, e pela intuição que nos leva, por algum motivo, a nos concentrar num evento e desejar registrá-lo. Processo de construção de um plano contínuo, um projeto de sobrevivência, sistema dentro de sistema. Xadrez de boteco, guerrilha piloto, estratégias produzindo sequências, presença depois de presença.

Isto não é um filme. São 8 pessoas lançadas na coreografia invisível que nasce na imagem e irrompe em som, em espaço, em vazio.

Escapamos aqui à premissa da funcionalidade e da eficiência tão caras ao cinema, e encontramos novos espaços de significação a partir da livre associação de técnicas e elementos da encenação. “Plano Sequëncia / Take 2” é um convite a mergulhar no interior dos mecanismos que sustentam a ficção, e se reconhecer, coletivamente, como parte de um plano maior de eventos.

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Plano Sequência / Take 2 na Casa das Caldeiras e

Oficina Cultural Oswald de Andrade [out e nov/2017]

fotos: Silvia Machado

TAKE A DEEP BREATH [2016]

Trilha sonora: Eder O Rocha

[mai/2016] Temporada no Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

Projeto contemplado pelo XIX Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo

 

Duração: 1°15' 


Os takes filmados pelos bailarinos em tempo real são transmitidos ao vivo em uma tela de TV, permitindo ao público acompanhar cenas apresentadas em diversos cômodos de uma casa, por diversas perspectivas, editando os acontecimentos como um observador ativo.


video de Willy Helm e Joaquim Tomé

 

fotos: Silvia Machado

COPYLEFT [2014]

[out/2018] Temporada no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo / SP

[ago/2018] Semana MASP de Dança, no Auditório do MASP, em São Paulo / SP

[ago/2017] Temporada no Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

[mai/2015] Temporada na Galeria Olido, em São Paulo

[jan/2015] Temporada no Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

[dez/2014] [jan/2015] Temporada no Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

 

Duração: 50'

Sob direção artística e concepção de Jorge Garcia, gira em torno do conceito de copyleft: o direito de permissão de cópia de uma obra por outros usuários, dando a liberdade de copiar, modificar e redistribuir, exigindo que esse direito seja mantido em todas as versões modificadas.

A coreografia compõe-se de sete solos de mulheres que, a cada vez que apresentam o trabalho, tem a liberdade de rever seu solo, atualizá-lo, transformá-lo de acordo com suas experiências e interesses. 

 

fotos: William Aguiar

IMPRIMATUR [2015]

Criação: Jorge Garcia Companhia de Dança

Direção: Jorge Garcia

Trilha Sonora: Dimos Goudaroulis

 

[jun/2015] Temporada no Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

Projeto contemplado pelo XVIII Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo

 

Duração: 1°10'

Último trabalho da Trilogia Imprimatur, que em latim quer dizer “pode ser impresso”. Trata-se de um selo oficial da Igreja Católica, que atesta que o trabalho literário em questão não vai contra as idéias da igreja e pode ser lido por qualquer católico. Em Imprimatur Jorge Garcia, Amanda Raimundo, Carolina Sudati, Fernando Martins, Henrique Lima, Marina Matheus, Natasha Vergílio e Willy Helm testam diversas possibilidades de relação ética e política entre si, em contato, partindo da observação daquilo que existe de impresso em seus corpos.

O violoncelista Dimos Goudaroulis apresenta aqui uma refinada performance de improvisação livre sobre Domenico Gabrielli – Ricercari per il violoncello solo, composição barroca do século XVII.

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Imprimatur no Espaço Multiartístico Capital 35 [jun/2015]

fotos: Silvia Machado

IMPRIMI POTEST [2014]

Criação: Jorge Garcia Companhia de Dança

Direção: Jorge Garcia

Trilha Sonora: Henrique Iwao | Aquiles Guimarães | Eder O Rocha

 

[fev/2017] Itaú Cultural, em São Paulo

[ago/2016] Festival Dança em Trânsito, no Rio de Janeiro

[fev/2015] Espaço Multiartístico Capital 35, em São Paulo.

[jul/2014] Galeria Olido, em São Paulo.

Projeto contemplado pelo XVIII Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo.

 

Duração: 50'

Segundo trabalho da Trilogia Imprimatur, que em latim quer dizer “pode ser impresso”. Trata-se de um selo oficial da Igreja Católica, que atesta que o trabalho literário em questão não vai contra as idéias da igreja e pode ser lido por qualquer católico.

Através de jogos de improviso que propõem desafios de fisicalidade e relações com elementos cênicos estruturais do trabalho como caixas de som, lâmpadas e o próprio exercício coreográfico, o elenco explora o universo do punk rock e do grunge, implodindo o conceito de autoria num grito de emancipação.

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Imprimi Potest no Espaço Multiartístico Capital 35 [jan/2016]

fotos: Silvia Machado

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